<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852</id><updated>2012-01-06T16:50:47.660Z</updated><title type='text'>Mitos Urbanos</title><subtitle type='html'>Tenha medo,tenha muito medo.
Não dê um passo sem olhar para trás.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-730378124547769975</id><published>2008-04-25T00:48:00.000Z</published><updated>2008-04-25T00:50:10.717Z</updated><title type='text'>Recolha ilegal de órgãos.</title><content type='html'>Nota de introdução.&lt;br /&gt;Vamos partir do pressuposto que este mito é real, temos que acreditar que sim, para que a leitura se torne mais realista. Contudo temos que introduzir uma percentagem de fantasia, para que as nossas vidas possam decorrer, sem que sejamos levados á loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite já ia bem entrada, por outras palavras todas as minhas noites de Sábado são assim.&lt;br /&gt;Começam no salão de jogos lá da rua e acabam sempre imprevisíveis.&lt;br /&gt;Mas havia algo neste preciso instante me estava a incomodar o estômago. Não sei se teria sido por ter comido pouco ao jantar, ou se seria pelo facto de ter bebido nove imperiais? Ou talvez  por ter bebido também quatro shots. A música estava alta, as luzes da discoteca já me cegavam.&lt;br /&gt; Estava tonto.&lt;br /&gt;Indisposto.&lt;br /&gt;A Minha cabeça parecia que ia estourar.&lt;br /&gt;Dirigi-me á porta da saída de emergência, mas estava lá um segurança privado daquela instituição de divertimento.&lt;br /&gt;-Deixa-me sair, estou indisposto preciso vomitar e acho que vou desmaiar.&lt;br /&gt;-Não pode, esta é uma saída de emergência, o senhor tem que pagar e dirigir-se á saída principal.&lt;br /&gt;-És surdo? Isto é uma emergência já te disse que vou vomitar.&lt;br /&gt;-E eu já disse que...&lt;br /&gt;O pior aconteceu, foi mais forte que eu, vomitei.&lt;br /&gt;Não foi no chão, nem foi nos cortinados da porta da saída.&lt;br /&gt;Foi exactamente em cima dos pés do segurança.&lt;br /&gt;Muito antes sequer de me ter apercebido da quantidade de líquido que regurgitei, já estava a sentir as enormes e fortes mãos do segurança. Um trapo, foi isso mesmo que eu me senti nas mãos daquele homem. A porta de emergência foi finalmente aberta, através dela passei eu a voar sem tocar com os pés no chão, para por fim aterrar em cima de um porche carrera.&lt;br /&gt;Atrás de mim veio logo o segurança, para me fazer pagar pelo meu erro. Os sapatos estavam vomitados, se estavam vomitados a culpa era minha, se a culpa era minha logicamente seria eu o saco de box. Agarrou-me pelo pescoço levantou-me no ar e preparou-se para me esmurrar a cara toda. Cerrou o punho e puxou-o bem atrás, quando ia desferir o golpe, simplesmente parou. A porta do Porche abriu-se, os curiosos que entretanto se juntaram para ver o extermínio, pararam, e viram sair de lá de dentro a loura com mais pinta que tinha aparecido por ali naquela noite.&lt;br /&gt;Dirigiu-se a mim, os olhos azuis faiscavam de sensualidade, trazia um lindo vestido de noite, coberto de lantejoulas prateadas, os sapatos de salto alto agulha dificultam-lhe o andar, por entre as pedras da calçada, e aparentava ter cerca de vinte e oito anos.&lt;br /&gt;-Jaime, desse cuido eu. Disse ela com um tom autoritário ao segurança.&lt;br /&gt;E para meu espanto, ele largou-me. Como se de uma ordem se tratasse.&lt;br /&gt;Ela encostou-se a mim, carinhosamente envolve-me o pescoço com a sua doce mão.&lt;br /&gt;Inclinou-me sobre o seu peito, e dá-me uma valente joelhada bem no centro do meu fraco estômago.&lt;br /&gt;-Esta foi por teres amolgado a chapa do meu carro.&lt;br /&gt;Ao contorcer-me com dores, dobrei-me mais ainda sobre o estômago.&lt;br /&gt;Foi quando recebi uma cotovelada nas costas.&lt;br /&gt;-E esta foi por incomodares o Jaime.&lt;br /&gt;Agora tudo tinha ruído á minha volta, para além de agora também me doerem as costelas, o estômago doía-me a triplicar.&lt;br /&gt;-Jaime, dispersa os curiosos, fecha a porta e volta ao serviço.&lt;br /&gt;Disse ela com voz forte e bem colocada.&lt;br /&gt;De seguida agarrou em mim, envolveu o seu pescoço com o meu braço e arrastou-me para dentro do Porche.&lt;br /&gt;-Como é que te chamas? Perguntou-me enquanto conduzia loucamente a velocidades impróprias para circular dentro da rotunda do Marquês.&lt;br /&gt;-Pedro, chamo-me Pedro. Respondi-lhe num sussurro, a custo.&lt;br /&gt;-Então e agora como é que tencionas fazer?&lt;br /&gt;- Fazer o quê?&lt;br /&gt;-Como é que vais pagar a porcaria das amolgadelas. Disse ela, no preciso momento que passava um sinal vermelho a 120 km/h.&lt;br /&gt;- Não vou pagar nada, se não fosse o parvalhão daquele gorila a atirar-me para cima do carro nada disto tinha acontecido.&lt;br /&gt;- O Jaime não é nenhum gorila.&lt;br /&gt;- Vocês conhecem-se?&lt;br /&gt;-Sim, a discoteca é do meu pai. Disse, fixando-me nos olhos.&lt;br /&gt;Ouvimos o som estridente de uma buzina, olhamos para a frente, e um carro que vinha em máximos desviou-se de nós que circulávamos pela avenida da liberdade abaixo em contra-mão.&lt;br /&gt;- És louca! Olha para a frente ou ainda nos matas.&lt;br /&gt;Abrandou.&lt;br /&gt;Pegou no Nokia n95 e fez uma chamada.&lt;br /&gt;Disse três frases num dialecto estrangeiro, e desligou.&lt;br /&gt;- Falaste com quem?&lt;br /&gt;-Tenho fome.&lt;br /&gt;-Ouviste? falaste com quem? E que língua é essa?&lt;br /&gt;Disse eu com pouca autoridade.&lt;br /&gt;- Não interessa, vamos comer a um lado qualquer.&lt;br /&gt;- Pára, está ali uma roulotte que serve cachorros.&lt;br /&gt;-Roulotte? Achas-me com cara de quem mata a fome a comer em roulottes?&lt;br /&gt;- Vamos á Avenida a um sítio porreiro devorar uma tosta.&lt;br /&gt;- Tosta ou cachorro, ambos não passam de lixo. Disse eu para logo após me arrepender.&lt;br /&gt;O Porche travou a fundo, fez inversão de marcha e arrancou a patinar, fazendo com que eu batesse com a cabeça no vidro lateral e saísse fumo dos pneus traseiros.&lt;br /&gt;Depressa atingiram os 130 km/h, dentro de Lisboa era alucinante. Até chegarem á Avenida era coisa de três minutos.&lt;br /&gt;O roncar do motor do porche silenciou-se mesmo de frente á discoteca. Saíram os dois e ela atirou as chaves a um empregado, cujo trabalho era estacionar os carros dos mais dotados monetariamente.&lt;br /&gt;Entraram em conjunto, as cerca de cento e cinquenta pessoas que dançavam ao ritmo duma música irritante estavam alheias á presença deles.&lt;br /&gt;Encostaram-se ao balcão e ela pediu duas tostas e dois finos.&lt;br /&gt;Não passaram cinco minutos e já as tostas estavam em cima do balcão.&lt;br /&gt;Peguei na tosta e trinquei-a, olhei em redor e não vi a minha cicerone, que ainda nem sequer o nome dela sabia.&lt;br /&gt;Pousei a cerveja e a tosta em cima do balcão dei dois passos em frente para ver se a via a dançar no meio da pista, e nada. Olhei para a saída e também não a vi.&lt;br /&gt;Ao voltar para o balcão vi que os nossos lugares não só estavam ocupados como também duas lindas e atraentes jovens estavam a comer as tostas.&lt;br /&gt;-Essa tosta é minha e aquela é da minha amiga.&lt;br /&gt;-A imperial podes beber, agora as tostas decerto não vais negar a duas meninas famintas, pois não?&lt;br /&gt;Com tanta coisa que me tinha acontecido nesta noite o melhor seria ignorar o acontecimento.&lt;br /&gt;-Ok, como eu não sei da minha amiga podem comer as tostas, mas a imperial é minha.&lt;br /&gt;-Tens nome?&lt;br /&gt;-Tenho, sou o Pedro.&lt;br /&gt;- Pedro estás a ver aquela mesa?&lt;br /&gt; -Sim.&lt;br /&gt;-Vamos para lá.&lt;br /&gt;Dirigimo-nos a uma pequena mesa mal iluminada junto á pista de dança.&lt;br /&gt;-Eu sou a Carla e a minha prima chama-se Rita.&lt;br /&gt;- Muito prazer, desculpem eu hoje não estou nos meus dias, a noite está a correr-me mal, e não sei porquê estou a ficar com sono.&lt;br /&gt;Ainda as ouví dizerem algo relativo ao meu sono, mas tudo deixava de fazer sentido.&lt;br /&gt;As imagens estavam desfocadas.&lt;br /&gt;A música era imperceptível, e só ouvia ecos.&lt;br /&gt;Os olhos pesavam cada vez mais.&lt;br /&gt;Não aguentei, e adormeci mesmo de frente daquelas beldades que queriam estar á conversa comigo a noite toda.&lt;br /&gt;E quem sabe se algo mais se proporcionaria.&lt;br /&gt;A partir do ponto em adormeci tudo para mim deixou de fazer sentido.&lt;br /&gt;Acordei numa cama não sei onde nem a que horas, a olhar para mim estavam vestidas com uma bata branca a Carla e a Rita.&lt;br /&gt;Doía-me o corpo todo e estava imobilizado, olhei para cima e vi a loura do Porche.&lt;br /&gt;Vi-a pegar em dois frascos de algo que não reconheci, e preparou uma injecção que me fez dormir profundamente.&lt;br /&gt;Tão bem que me soube o silêncio.&lt;br /&gt;- Senhor, acorde.&lt;br /&gt;Acordei, já era dia e estava na rua, um pastor dava-me bofetadas na cara para eu acordar.&lt;br /&gt;Estava todo nu, dentro duma banheira cheia de pedras de gelo e sangue.&lt;br /&gt;Assustei-me, levantei-me mas doía-me o corpo todo, mais concretamente na zona das costelas.&lt;br /&gt;Olhei, e quase desmaiei.&lt;br /&gt;A minha barriga tinha cerca de cinquenta pontos cirúrgicos, dos quais corria sangue a fio.&lt;br /&gt;Fiquei tonto, rodopiei e desmaiei para dentro da banheira novamente.&lt;br /&gt;Acordei novamente, mas desta feita já num hospital público.&lt;br /&gt;Alguns dias passaram e tive alta.&lt;br /&gt;No hospital disseram que fui raptado e que me foi roubado o rim do lado direito.&lt;br /&gt;Também tentaram retirar parte do fígado, mas algo deve ter corrido mal e abortaram a operação, porque a intenção não era matar.&lt;br /&gt;Também fui á polícia fazer queixa da filha do dono da discoteca.&lt;br /&gt;Mas foi-me dito que essa discoteca tem duas donas sexagenárias, e que quem gere a discoteca são os netos, que têm cerca de trinta e cinco anos.&lt;br /&gt;Quanto ao segurança, não trabalha na discoteca e nunca foi visto por aquelas bandas excepto naquele dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-730378124547769975?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/730378124547769975/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=730378124547769975' title='113 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/730378124547769975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/730378124547769975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2008/04/recolha-ilegal-de-rgos.html' title='Recolha ilegal de órgãos.'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>113</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-3795729193829546243</id><published>2007-11-08T23:39:00.000Z</published><updated>2007-11-17T21:39:05.710Z</updated><title type='text'>Mito do Chip No Pato á Pequim.</title><content type='html'>Toca o telefone, três toques.&lt;br /&gt;Artur atende mesmo a tempo, mais um toque e a Patrícia sua mulher desligava a chamada.&lt;br /&gt;- Estou ?&lt;br /&gt;- Sim ?&lt;br /&gt;- Amor, antes de passares no infantário para trazeres o Frederico vai ao supermercado, traz uma garrafa de azeite e pão para o jantar.&lt;br /&gt;- Especialmente hoje estava a pensar em algo diferente.&lt;br /&gt;- Em quê ?&lt;br /&gt;- Vou buscar o Frederico, levo-o a casa da tua mãe e vamos jantar fora.&lt;br /&gt;- Bem pensado, hoje até nem estava com muita vontade de cozinhar.&lt;br /&gt;- Estás a ver aquele restaurante chinês onde fomos jantar com o Jaime e a Beatriz?&lt;br /&gt;- Sim, apetecia-me antes um belo bife á Portuguesa, mas se o meu amor lhe apetece chinês, que assim seja.&lt;br /&gt;- O.k. vou só deixar o Frederico, e já te vou buscar .&lt;br /&gt;Atravessar o itinerário complementar (I.C) mais movimentado da Europa ás sete da tarde não era tarefa fácil.&lt;br /&gt;Ou seja, a tarefa até se revelou fácil, a rapidez é que nem tanto .&lt;br /&gt;A avó Rita já estava á porta para receber o Frederico, previamente avisada com um telefonema do Artur enquanto conduzia o seu Hyundai santa fé.&lt;br /&gt;Frederico acabara de ficar com a avó Rita, mas o Artur até chegar a casa ainda tinha que percorrer cerca de sete quilómetros.&lt;br /&gt;Artur sobe dois lances de escada e entra no segundo esquerdo, apartamento que divide com a Patrícia há quatro anos desde que casaram.&lt;br /&gt;- Amor cheguei.&lt;br /&gt;- Estou no banho.&lt;br /&gt;- Então vou só reservar lugar para dois á luz de velas, pela net .&lt;br /&gt;Após uns longos quarenta minutos, estão os dois no conforto do seu automóvel.&lt;br /&gt;Patrícia põe a tocar um C.D de musica romântica.&lt;br /&gt;Aquela meia hora de viagem até ao restaurante pareceu apenas cinco minutos, na presença sempre agradável da sua mulher.&lt;br /&gt;Á entrada dois imponentes dragões, esculpidos em madeira maciça .&lt;br /&gt;Após o wall, uma simpática senhora vestida com um lindo kimone preto bordado a dourado, fazia a recepção e posterior encaminhamento dos clientes até ás mesas.&lt;br /&gt;Duas velas com um agradável aroma ardiam dentro dos castiçais situados mesmo no centro da mesa.&lt;br /&gt;Uma senhora um pouco mais velha que a anterior, com uma evidente cicatriz recentemente curada na mão direita, colocou duas ementas em cima da mesa.&lt;br /&gt;- Já sei o que vou jantar.&lt;br /&gt;Disse Artur.&lt;br /&gt;- E eu vou arriscar em adivinhar o teu pensamento.&lt;br /&gt;- Podes tentar, mas será em vão.&lt;br /&gt;- Estás a pensar em Pato á Pequim.&lt;br /&gt;- Acertaste.&lt;br /&gt;- Da ultima vez que cá estivemos disseste, “- Para a próxima vou provar o Pato á Pequim .”&lt;br /&gt;- Foi? Não me recordo.&lt;br /&gt;Artur chamou a simpática senhora.&lt;br /&gt;- Já sabem o que vão jantar?&lt;br /&gt;- Já, vamos jantar os dois Pato á Pequim, visto só termos ouvido dizer bem dessa iguaria.&lt;br /&gt;- E para beber?&lt;br /&gt;- Traga-nos um bom vinho tinto português, mas antes do pato traga-nos duas sopas de ninho de andorinha .&lt;br /&gt;Não se passaram mais que vinte minutos para que a senhora pousasse uma travessa bem recheada com Pato á Pequim, acompanhada de duas taças de arroz.&lt;br /&gt;- Bom apetite.&lt;br /&gt;Disse a simpática senhora, que agora já se afastava com um passo muito miudinho, para deixar o casal jantar em armonia no ambiente das velas.&lt;br /&gt;- Que cheirinho agradável tem este pato.&lt;br /&gt;Disse a Patrícia para logo de seguida começarem a comer.&lt;br /&gt;- Este pato com arroz está divinal, mas dizem que o que dá muito sabor a este tipo de pato, é a pele bem passada ligeiramente queimada .&lt;br /&gt;Afirmou Artur.&lt;br /&gt;- Neste caso, não é a pele que dá o sabor, porque este pato não tem pele!&lt;br /&gt;Exclamou a Patrícia para logo de seguida trincar algo muito duro.&lt;br /&gt;Algo tão duro que fez com que lascasse um pouco de dente da sua forte dentição.&lt;br /&gt;Por instinto e com o pânico engoliu.&lt;br /&gt;O que quer que fosse.&lt;br /&gt;Engoliu.&lt;br /&gt;Agora as dores já não eram apenas nos dentes, mas também no abdómen.&lt;br /&gt;Se haviam dores que doíam, eram aquelas.&lt;br /&gt;Como se de facas a espetarem no estômago se tratasse .&lt;br /&gt;Artur não pensou.&lt;br /&gt;Apenas reagiu.&lt;br /&gt;Pegou na sua esposa e saiu, pela porta fora do restaurante derrubando algumas cadeiras pelo caminho.&lt;br /&gt;Hospital.&lt;br /&gt;Era o caminho a seguir conduzindo o seu Hyundai.&lt;br /&gt;Alguns telefonemas influentes, fizeram com que entrassem directamente para o gabinete de urgências do Dr. Jorge de Almeida.&lt;br /&gt;Radiografar o abdómen seria o primeiro passo a dar após uns pequenos exames preliminares .&lt;br /&gt;Uma cápsula.&lt;br /&gt;Era exactamente o formato duma cápsula que estava a causar exuberantes dores no abdómen da Patrícia .&lt;br /&gt;Passados alguns minutos, já ela se encontrava no gabinete de endioscopia , com uma sonda entrando-lhe pela garganta, e que finalizava no estômago.&lt;br /&gt;Volvidos sete minutos e meio, já a dita cápsula havia sido retirada .&lt;br /&gt;Não era uma cápsula.&lt;br /&gt;Não era um ferro.&lt;br /&gt;Não era um vidro.&lt;br /&gt;Era um Chip.&lt;br /&gt;Um Chip de identificação animal.&lt;br /&gt;Cinco dias passaram.&lt;br /&gt;E como tinham apresentado queixa na policia, era tempo de passar na esquadra para saber o resultado da identificação do Chip .&lt;br /&gt;O chip pertencia a um Cão de raça PittBull de côr branca com o nome de Fight cujo dono era de nacionalidade Portuguesa.&lt;br /&gt;Procurado pelas autoridades pelo facto do respectivo animal ter atacado uma cidadã de origem oriental, encontrava-se agora a monte procurado pelas autoridades .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-3795729193829546243?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/3795729193829546243/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=3795729193829546243' title='52 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/3795729193829546243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/3795729193829546243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/11/mito-do-chip-no-pato-pequim.html' title='Mito do Chip No Pato á Pequim.'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>52</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-6791363009842127740</id><published>2007-04-19T22:04:00.000Z</published><updated>2007-04-19T22:08:48.055Z</updated><title type='text'>O dia em que eu morri ( Mito do Caixão )</title><content type='html'>Esta é uma história de ficção qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.&lt;br /&gt;E atenção :- Não deve ser lida por pessoas facilmente impressionáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O dia em que eu Morri.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este é o mito da caixa preta em que um dia todos nós entraremos. Mortos ou Vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa manhã como em muitas outras, o dia na grande cidade amanheceu com o céu bem límpido.&lt;br /&gt;Dentro da minha caixa de papelão já se fazia sentir o calor.&lt;br /&gt;Apetecia-me dormir mais um pouco, mas era praticamente impossível continuar dentro da minha “casa”.&lt;br /&gt;O calor sufocava, estava escuro dentro da minha caixa de papelão.&lt;br /&gt;Era apertadinha ,afinal não passava duma caixa que vinha a embalar um frigorifico.&lt;br /&gt;E que alguém deitou para o lixo .&lt;br /&gt;Mas o que uns não querem, a outros faz muita falta. É uma valente caixa de papelão&lt;br /&gt;já resistiu a três invernos, mas agora já estava a ficar gasta e meia rasgada.&lt;br /&gt;Virei-me de costas para a atmosfera meio enrolado nos cobertores , quase que roçava com o nariz na parte cimeira da caixa.&lt;br /&gt;O topo da caixa servia de porta .&lt;br /&gt;Com uma pancadinha abri a tampa e fui saindo.&lt;br /&gt;A claridade da manhã depressa me causou uma cegueira temporária .&lt;br /&gt;Piscarinhei os olhos várias vezes e fui-me habituando á claridade.&lt;br /&gt;Sentei-me no chão doía-me o corpo todo, criando a ilusão que tinha sido atropelado.&lt;br /&gt;Passei a mão cofiando a barba ,que me fazia um atroz comichão na cara.&lt;br /&gt;Não me lembro quando foi a última vez que a cortei.&lt;br /&gt;E o cabelo? Esse já me passava pelos ombros .&lt;br /&gt;No alto dos meus quarenta e sete anos, não me lembro de alguma vez ter passado por uma fase destas .&lt;br /&gt;A minha caixa estava bem juntinho á montra do café central.&lt;br /&gt;E aqueles bolos, pães e folhados que se amontoavam dentro da vitrine?&lt;br /&gt;O meu estômago roncava, como é seu apanágio todos os dias repetir a mesma façanha, roncar, qual porco numa pocilga .&lt;br /&gt;As minhas pernas tremiam, estava impaciente e faminto.&lt;br /&gt;Comecei a trabalhar.&lt;br /&gt;Trabalho que se resumia a esticar a mão e pedir algumas moedas para tomar o pequeno almoço.&lt;br /&gt;- Dê uma moedinha ao pobrezinho .&lt;br /&gt;Dizia eu a um “senhor doutor” esguio e de semblante carrancudo que passava.&lt;br /&gt;- Faça como eu, vá trabalhar!&lt;br /&gt;Trabalhar, como se fosse fácil para mim arranjar um trabalho com esta idade e com todos os problemas de saúde que se foram agravando.&lt;br /&gt;- Olá, senhor pobre. Disse uma linda menina de olho azul e cabelo loirinho com cerca de cinco anos que passava de mão dada com a mãe.&lt;br /&gt;- Olá, bom dia anjinho .&lt;br /&gt;- Dá uma moedinha ao senhor .Disse a mãe .&lt;br /&gt;- Bem ajam, e um bom dia para quem pratica o bem.&lt;br /&gt;Um euro !&lt;br /&gt;Já dá para comer uma bela sandes de torresmo .&lt;br /&gt;Levantei-me meio tremulo das pernas .&lt;br /&gt;Entrei no café .&lt;br /&gt;- Bom dia senhor Artur , faça-me uma sandes de torresmo.&lt;br /&gt;- Bom dia.&lt;br /&gt;Os outros, os senhores sociais, olhavam-me com altivez , o meu mundo não é o mesmo que o deles.&lt;br /&gt;Falando em bom português não é só o meu mundo que não é igual ao deles. Mas também a minha roupa as minhas botas, a barba, o cabelo e o cheiro . Sim o cheiro porque aquele cheiro de perfume não sei das quantas já me estava a dar vontade de vomitar algo que eu não tinha no estômago.&lt;br /&gt;Peguei na sandes e saí para o meu local de trabalho.&lt;br /&gt;Sentei-me e voltei a esticar o braço, para mais umas moedas pedir, para mais um dia passar e outro e outro e outro.&lt;br /&gt;Seria assim até o todo poderoso assim desejar.&lt;br /&gt;Com o sol a bater-me na cara, mal conseguia ver para o outro lado da rua .&lt;br /&gt;Mas era ela , era mesmo ela , o anjinho de olhos azuis que me acenava e sorria do outro lado.&lt;br /&gt;O sinal verde estava aceso e os carros passavam rápido.&lt;br /&gt;Mas onde estava a mãe dela?&lt;br /&gt;Acenava sorria e dizia – Olá senhor pobre.&lt;br /&gt;Levantei-me.&lt;br /&gt;Ela dava sinais de querer atravessar.&lt;br /&gt;- Olá senhor pobre. Repetia ela.&lt;br /&gt;Os carros passavam a um ritmo alucinante.&lt;br /&gt;E aquela mãe que não aparecia.&lt;br /&gt;Ela deu um passo em direcção á estrada .&lt;br /&gt;Eu não pensei nessa fracção de segundo, o meu sangue gelou a sandes de torresmos caiu ao chão e eu gritei&lt;br /&gt;–Espera.&lt;br /&gt;E corri na direcção dela .&lt;br /&gt;Ouví uma travagem, e um grande estrondo precedido de silêncio.&lt;br /&gt;Depois ,perdendo a noção do tempo ouvi o som duma sirene de ambulância.&lt;br /&gt;Senti o peito arder com os choques que me iam dando.&lt;br /&gt;Depois veio o silêncio.&lt;br /&gt;O silêncio.&lt;br /&gt;Nunca pensei que o silêncio fosse tão silencioso .&lt;br /&gt;Que estranho!&lt;br /&gt;Silencio escuridão e calor , muito calor , e o ar que me faltava.&lt;br /&gt;Estava deitado de costas.&lt;br /&gt;Que pano era este que me cobria a face?&lt;br /&gt;Uma forte dor na perna direita ,fez-me esticar o braço para acalmar a dor.&lt;br /&gt;Mas rapidamente recuei ao embater com a cabeça no tecto da caixa.&lt;br /&gt;Caixa?&lt;br /&gt;Não era a minha caixa.&lt;br /&gt;Suava em bica, o ar escasseava .&lt;br /&gt;E as dores ?Umas dores brutais que me percorriam todo corpo .&lt;br /&gt;A minha caixa não estava forrada com tecido, nem era silenciosa , nem era escura como o breu , nem faltava o ar dentro dela , nem tinha uma almofada tão dura.&lt;br /&gt;Um caixão !&lt;br /&gt;Estou dentro dum caixão!&lt;br /&gt;Não pode ser ?&lt;br /&gt;Arranhei o tecido até o rasgar , senti a madeira.&lt;br /&gt;Arranhei mais ainda.&lt;br /&gt;Parti as unhas e arranquei a pele dos dedos.&lt;br /&gt;É Mesmo um caixão.&lt;br /&gt;As Dores.&lt;br /&gt;Virei-me para baixo.&lt;br /&gt;Bati com força no fundo.&lt;br /&gt;Voltei a virar-me.&lt;br /&gt;Gritei .&lt;br /&gt;Gritei mais alto.&lt;br /&gt;Falta-me o oxigénio.&lt;br /&gt;Não consigo gritar.&lt;br /&gt;As dores, já não doem .&lt;br /&gt;Parei de suar, empalideci .&lt;br /&gt;Senti um zumbido .&lt;br /&gt;Os músculos relaxaram.&lt;br /&gt;A minha cabeça tombou para o lado.&lt;br /&gt;Involuntariamente os olhos fecharam-se.&lt;br /&gt;O silencio, de novo o silêncio.&lt;br /&gt;Para sempre o silêncio.&lt;br /&gt;Eterno.&lt;br /&gt;Silêncio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-6791363009842127740?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/6791363009842127740/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=6791363009842127740' title='54 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/6791363009842127740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/6791363009842127740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/04/o-dia-em-que-eu-morri-mito-do-caixo.html' title='O dia em que eu morri ( Mito do Caixão )'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>54</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-6119558605657194494</id><published>2007-03-31T21:57:00.000Z</published><updated>2007-03-31T22:02:28.803Z</updated><title type='text'>Filme Vale da Encruzilhada</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Filme Vale da Encruzilhada.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Produzido por mim e representado pelo Fernando,pela Ana Lúcia e pela Marisa.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pwKcypI_T30" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-6119558605657194494?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/6119558605657194494/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=6119558605657194494' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/6119558605657194494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/6119558605657194494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/filme-vale-da-encruzilhada.html' title='Filme Vale da Encruzilhada'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-3804002562556737141</id><published>2007-03-24T01:17:00.000Z</published><updated>2007-03-24T01:22:19.474Z</updated><title type='text'>Atrás do Banco.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/RgR8mo4IMiI/AAAAAAAAAFM/1BcnHShPbfQ/s1600-h/newbluespin.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045294485811507746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/RgR8mo4IMiI/AAAAAAAAAFM/1BcnHShPbfQ/s320/newbluespin.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Banco de trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu pensava que era apenas nos filmes que isto acontecia,&lt;br /&gt;Desta vez não se passou com um conhecido meu, esta história&lt;br /&gt;É mesmo contada na primeira pessoa.&lt;br /&gt;Na sexta feira fiquei na empresa até depois da hora habitual com o meu assistente “prefiro não revelar o nome”.&lt;br /&gt;Ficamos a fazer umas verificações numas facturas para posteriormente serem enviadas para a contabilidade.&lt;br /&gt;Quando finalmente só faltavam acertar quatro ou cinco, pedi-lhe que me fosse buscar a carrinha da empresa á garagem, “ Mercedes Vito” e que passasse novamente aqui pelos escritórios.&lt;br /&gt;Assim o fez.&lt;br /&gt;Acabei de verificar as  últimas facturas, e guardei o resto dos documentos que faltavam, dentro da gaveta da secretária.&lt;br /&gt;Passei pela recepção da dona Lina e deixei-lhe um anotação que já podia entregar tudo na contabilidade.&lt;br /&gt;Apaguei as luzes do escritório inteiro dirigi-me á saída, desci o lance de escadas que dá para a entrada principal.&lt;br /&gt;Onde  deveria estar o meu assistente com o carro .&lt;br /&gt;Mas não estava.&lt;br /&gt;Esperei.&lt;br /&gt;Esperei mais um pouco.&lt;br /&gt;Mas quinze minutos para ir buscar uma carrinha ás traseiras da fábrica já se considerava um abuso .&lt;br /&gt;Fui ao seu encontro.&lt;br /&gt;Andei cerca de oitenta metros sobre o piso alcatroado, estava escuro, a luz de presença com detector de movimentos, que deveria iluminar aquela esquina não acendeu.&lt;br /&gt;Virei á esquerda .&lt;br /&gt;Andei mais uns metros, até que vislumbrei lá ao fundo a Mercedes.&lt;br /&gt;Continuei a caminhar e comecei a ver o meu assistente ao volante.&lt;br /&gt;Tinha apenas percorrido alguns metros.&lt;br /&gt;Estava virado para mim, os olhos completamente vidrados a olhar para o vazio, as mãos cravadas no volante  e a tremer num pânico profundo .&lt;br /&gt;Olhei para ele, não  se mexia apenas tremia .&lt;br /&gt;Abri a  porta.&lt;br /&gt;-         O que se passa ?&lt;br /&gt;Ele olhou para mim.&lt;br /&gt;-         Lá atrás ! Vai  á caixa de carga tirar aquele homem lá de dentro!&lt;br /&gt;-         Como? Que homem !?&lt;br /&gt;-         Não sei .Rápido antes que ele faça alguma coisa!&lt;br /&gt;Fiquei paralisado com os nervos, mas depois raciocinei cheguei á conclusão que era impossível estar alguém lá dentro.&lt;br /&gt;Visto eu ter andado todo o dia com a carrinha a visitar clientes e andou sempre vazia .&lt;br /&gt;Quando cheguei, tranquei-a e não mais voltou a ser aberta.&lt;br /&gt;Dirigi-me á porta traseira confiante de que nada lá se encontrava .&lt;br /&gt;Coloquei a mão na tranca para abrir, estava destrancada visto o fecho centralizado a ter aberto minutos antes.&lt;br /&gt;Abri a porta, lá dentro estava escuro a luz de presença teimou em não acender .&lt;br /&gt;Duas grandes caixas de papelão vazias caíram para cima de mim, assustei-me e  recuei.&lt;br /&gt;Olhei melhor, excluindo  aquelas duas caixas que já se encontravam no chão , nada mais estava dentro da carrinha .&lt;br /&gt;Chamei-o .&lt;br /&gt;-         Vês, nada, está vazia não está cá homem nenhum .&lt;br /&gt;-         Agora ajuda-me a carregar as caixas novamente.&lt;br /&gt;Carregamos as caixas, e seguimos viagem .&lt;br /&gt;Eu conduzia .&lt;br /&gt;Após alguns minutos de ter abandonado o recinto dá fábrica e já em plena IC 19, sentimos a carrinha abanar.&lt;br /&gt;O piso era regular, vento não estava.&lt;br /&gt;Olhei pelo retrovisor lateral e vi que os outros automobilistas se encontravam distantes, excluindo assim o facto de ter sofrido um pequeno embate .&lt;br /&gt;Olhei para o retrovisor interior e vi um rosto escuro, a olhar-me nos olhos .&lt;br /&gt;Mil e um pensamentos ensombraram a minha mente naquela fracção de segundo .&lt;br /&gt;Descontrolei-me.&lt;br /&gt;Dei uma guinada rápida e fui embater no separador central, voltei a olhar para o espelho e vi a mesma imagem um homem que me olhava com raiva.&lt;br /&gt;Raça branca mas pele suja enegrecida, os olhos pareciam faiscar reflectidos no retrovisor .&lt;br /&gt;O meu assistente gritava em pânico por duas razões.&lt;br /&gt;Por ter-se virado para trás e ver o mesmo rosto que o ensombrara á alguns minutos atrás.&lt;br /&gt; E por ver que íamos mesmo em direcção do rail que separava a berma da estrada dum precipício.&lt;br /&gt;Consegui dar uma guinada ao volante, pôr o pé ao travão e imobilizar a viatura em segurança na berma.&lt;br /&gt;Saímos da carrinha .&lt;br /&gt;Cá fora sentia-se o ar fresco duma noite de Inverno Primaveril .&lt;br /&gt;Muitas perguntas passavam a um ritmo alucinante nas nossas mentes.&lt;br /&gt;O que foi aquilo, ou melhor quem era aquela pessoa?&lt;br /&gt;O que fazia ali?&lt;br /&gt;Porque estava ali agora se á minutos atrás não estava lá?&lt;br /&gt;Encontramo-nos  junto á porta traseira da carrinha sem combinarmos, era como que se fosse uma lógica que tinha que ser seguida.&lt;br /&gt;Agora dentro de mim já não existia o sentimento de medo , pânico ou de insegurança.&lt;br /&gt;Consegui concentrar todos estes sentimentos em fúria e numa enorme ansiedade de abrir a porta e  descarregar toda a raiva que sentia naquele ser desprezível que me causou um acidente.&lt;br /&gt;Abri a porta, as caixas voltaram a cair e a luz a não acender.&lt;br /&gt;Desta vez não recuei, avancei, mesmo no escuro avancei.&lt;br /&gt;Estava decidido a descarregar toda a minha raiva naquele desgraçado.&lt;br /&gt;Mas depressa cheguei ao fundo da caixa de carga sem nada ver.&lt;br /&gt;Virei  para trás.&lt;br /&gt;-         As caixas! Abre as caixas.&lt;br /&gt;     As caixas foram abertas e nada, estavam vazias á excepção  dumas pequenas folhas de esferovite , que serviram de amortecimento dos materiais que se faziam transportar nas caixas.&lt;br /&gt;Nada de nada ,  a carrinha estava vazia .&lt;br /&gt;Como aconteceu aquela visão colectiva ?&lt;br /&gt;E será que foi uma visão ?&lt;br /&gt;Se foi uma visão como pode ter acontecido a duas pessoas?&lt;br /&gt;Uma carrinha com mil e setecentos quilos não abana com uma visão.&lt;br /&gt;E se não foi uma visão ?&lt;br /&gt;Onde se meteu aquele homem ?&lt;br /&gt;Será que anda no escuro do banco de trás do seu carro ?&lt;br /&gt;Ao entrar no seu carro você olha para trás do banco ?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De certeza que olha ?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-3804002562556737141?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/3804002562556737141/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=3804002562556737141' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/3804002562556737141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/3804002562556737141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/atrs-do-banco.html' title='Atrás do Banco.'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/RgR8mo4IMiI/AAAAAAAAAFM/1BcnHShPbfQ/s72-c/newbluespin.gif' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-5558671522261450293</id><published>2007-03-15T19:37:00.000Z</published><updated>2007-03-15T19:39:52.052Z</updated><title type='text'>O Sopro</title><content type='html'>O sopro&lt;br /&gt;Dormes bem ?&lt;br /&gt;Por vezes acordas de noite e não sabes  porquê ?&lt;br /&gt;Existem rumores dum sopro que nos acorda de noite.&lt;br /&gt;Aconteceu há algum tempo ao Hugo, um estudante universitário.&lt;br /&gt;Nessa noite como em tantas outras, Hugo estivera com os amigos num bar a divertir-se e a pôr a conversa em dia. Hugo apenas bebeu água visto não poder ingerir bebidas alcoólicas devido aos medicamentos que o medico lhe prescrevera dias antes por causa da dor no joelho. Essa noite estava peculiarmente fria. Hugo vestiu o casaco ao sair do bar para entrar no carro do Vítor, que era um colega seu e também a sua boleia para casa. Após longa viagem, pararam á porta da residência de Hugo . Hugo saiu do carro de Vítor e dirigiu-se á porta de sua casa.&lt;br /&gt;Voltara a esquecer-se das chaves!&lt;br /&gt; Tocou á campainha, o pai  aproximou-se da janela do primeiro andar da moradia, olhou e viu Hugo junto á porta principal. Voltou a fechar a janela e desceu ao rés do chão para abrir a porta a filho.  Ambos subiram para os quartos, Hugo despediu-se do pai com um beijo de até amanha. Meia noite e dez indicava o relógio de parede que havia ganho numa rifa da quermesse das  festas de verão . Essa seria também a hora ideal para ir dormir e descansar cerca de oito horas. Que são as horas que um corpo adulto necessita para recuperar todas  as energias . Vestiu o pijama azul com ursinhos amarelos e aninhou-se dentro dos lençóis de flanela quentinhos . Apagou a luz e fechou os olhos . Não tardou dez minutos  para adormecer.&lt;br /&gt;Mas algo se passava porque Hugo mesmo a dormir não sossegou, já se havia virado três vezes. Acordou repentinamente levantou o tronco acendeu a luz e apoiou-se com as mãos no colchão . Nunca antes lhe havia  acontecido tal coisa. Um sopro, foi um sopro frio , rápido e gelado que sentiu bem forte na pele da sua cara. Não foi um sonho  porque a cara estava fria e  a pele pálida Hugo escorria suores frios . Que situação nunca antes sentiu medo, medo a sério ,um tremor fininho já se alojara nas suas costas ficou paralisado olhou em volta e nada viu. A janela estava fechada. Não havia nenhum sistema de ventilação no quarto. Mas foi um sopro, disso não restavam dúvidas.&lt;br /&gt; Que força anormal foi aquela que lhe soprou no rosto? O que é mais arrepiante é que nessa mesma noite houve relatos de mais quatro pessoas sem nada em comum que sentiram a mesma sensação.&lt;br /&gt;Dormes sozinho?&lt;br /&gt; Tenta não acordar durante a noite, porque o que quer que seja que te sopre na cara antes de acenderes a luz, pode não te deixar vivo para contar a história.&lt;br /&gt;NO ESCURO TEM MEDO, TEM MUITO MEDO.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-5558671522261450293?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/5558671522261450293/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=5558671522261450293' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/5558671522261450293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/5558671522261450293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/o-sopro.html' title='O Sopro'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-8458407300978366969</id><published>2007-03-11T17:01:00.000Z</published><updated>2007-03-11T17:06:09.064Z</updated><title type='text'>O Gato De Apartamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/RfQ2hD4E6hI/AAAAAAAAAFE/qEulukmWoLo/s1600-h/Gato.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040713824538520082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/RfQ2hD4E6hI/AAAAAAAAAFE/qEulukmWoLo/s320/Gato.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vives sozinho ?&lt;br /&gt;E como não suportas a solidão tens um gato em casa.&lt;br /&gt;Porque um gato faz companhia ,é asseado e faz xixi num determinado sitio&lt;br /&gt;Estrategicamente  situado num ponto da casa “uma caixa”.&lt;br /&gt;Fazes mal viver sozinho com um gato em casa.&lt;br /&gt;É certo que um gato pode-se confinar a um exíguo espaço o que até dá jeito, mas agora lê o seguinte mito.&lt;br /&gt;Pedro como muitos outros era um jovem toxicodependente .&lt;br /&gt;Desempregado, sem  família e  amigos. Pelo menos na actual realidade porque outrora havia sido diferente. Ganhava alguns euros com o jornal feito  num canudo embrulhado na palma da mão a estacionar carros no cais sodré .&lt;br /&gt;De fisionomia estreita, magra, esquelética até, barba de quinze dias, cabelo desgrenhado, casaco preto rasgado, jeans igualmente esfarrapados. Em largas pinceladas era assim que alguém descreveria o aspecto de Pedro enquanto drogado arrumador de carros sem carteira profissional.&lt;br /&gt;Naquele fatídico dia Pedro chegou ao trabalho no seu horário normal, 8:00.&lt;br /&gt;O sol nesse dia havia nascido especialmente brilhante e o céu apresentava-se limpo  Pedro sentado no chão encoberto por um muro parcialmente destruído, preparava o que parecia ser um kit farmacêutico de injecção para toxicodependentes. Estava a preparar a primeira dose do dia . Logo após ter satisfeito o vício já Pedro se preparava para ajudar um cliente a estacionar o seu automóvel . um e mais outro e mais outro um sem número de veículos estacionados durante todo o dia .Dia esse que se encaminhava para o final  e Pedro já  havia gasto três kits. Tonto de  olhos enevoados e vermelhos. Nas pernas já não  se aguentava, caiu três vezes até chegar á soleira da porta do nº63 onde pernoitava no T0 do 3º piso esquerdo.&lt;br /&gt;Com muito custo e após várias quedas, uma das quais lhe causou um enorme arranhão na face esquerda, lá conseguiu alcançar a porta e abri-la .Pois encontrava-se apenas encostada, visto que o trinco há muito que se encontrava avariado .&lt;br /&gt;Ao transpor os primeiros centímetros do wall da entrada, havia tropeçado numa caixa velha e caído de costas, visto serem abundantes pelo cubículo onde vivia , juntamente com garrafas vazias trapos velhos e papelões que serviam de agasalho. O cheiro esse nauseabundo,que era não se conseguia  suportar. Apenas parecia não incomodar ao Pedro e ao Bernardo, que era o gato lá de casa. Pêlo curto e preto, olhos amarelos cabeça grande, ossatura larga e de barriga bem abastecida. Pois comida para gato era o que não faltava lá em casa . Bernardo comia de tudo desde as rechonchudas ratazanas cinzentas, ás baratas que por lá coabitavam com as aranhas e lagartixas .&lt;br /&gt;Pedro não se conseguiu levantar na totalidade, apenas se debateu o suficiente para conseguir ficar sentado e preparar mais um kit. O derradeiro e último kit.       &lt;br /&gt; Olhos vidrados .&lt;br /&gt;Apenas um.&lt;br /&gt;Nuca partida.&lt;br /&gt;Banhado no seu próprio sangue .&lt;br /&gt;Do braço esquerdo só tinha os ossos unidos pelos tendões mais duros.&lt;br /&gt;Orelhas rasgadas .&lt;br /&gt;Da cintura para baixo estava intacto.&lt;br /&gt;Da cintura para cima apenas existia o casaco e a t-chirt  rasgada .&lt;br /&gt;Da caixa tóraxica  já pouco existia bem como do seu interior.&lt;br /&gt;Foi este o cenário com que a policia de segurança pública  se deparou, após ter sido alertada pela velhota do 3º piso Direito vinte e três dias depois de ter ouvido Pedro pela última vez subir a escadaria de madeira.&lt;br /&gt;O seu corpo frágil e quase moribundo, não havia resistido ao excesso de droga tomado num só dia.&lt;br /&gt;Morreu no meio do entulho, no silêncio dum T0 que tresandava a tudo o que era lixo.&lt;br /&gt;Mas não morreu só.&lt;br /&gt;Contava com a companhia do seu amigo Bernardo que lhe serviu de companhia durante muitas noites. E que ainda mesmo que involuntariamente lhe continuaria a fazer companhia, visto que a porta principal ironicamente se trancou após  Pedro a ter transposto ao entrar em casa.&lt;br /&gt;Pedro morrera, Bernardo na sua ignorância de gato continuou a ser-lhe fiel. Mesmo sem alternativa visto que se encontrava trancado dentro daquelas paredes.&lt;br /&gt;Ele ronronava ,roçava-se em Pedro mas sempre sem obter resposta do seu dono.&lt;br /&gt;Os dias passavam, o alimento faltava a Bernardo .&lt;br /&gt;Ele desesperava por sair dali.&lt;br /&gt;O seu miar era agora agonizante.&lt;br /&gt;Os dias passavam Bernardo não resistiu, e o seu instinto animal falou mais alto.&lt;br /&gt;Pedro estava morto e ele faminto.&lt;br /&gt;Os dias passavam, uns após os outros muito lentamente.&lt;br /&gt;Dona Rita, Viúva e com setenta e oito anos, por diversas vezes sentiu a falta de Pedro .&lt;br /&gt;E aquele cheiro cada vez mais forte a cada dia que passava.&lt;br /&gt;Os dias passavam e ela estranhava tanto o mau cheiro cada vez mais forte, como a porta que se encontrava completamente trancada, coisa que não era costume.&lt;br /&gt;Certo dia ao deparar-se com o mesmo cenário dos dias anteriores decidiu ligar o 112 e chamar a policia.&lt;br /&gt;Não tardou hora e meia para que os agentes da policia se fizessem comparecer no local.&lt;br /&gt; A porta  do apartamento T0 do piso 3º esquerdo encontrava-se ironicamente trancada.&lt;br /&gt;Tomás que era o agente a quem cabia o cargo de arrombar a porta. Já preparava um utensílio em ferro maciço com cerca de setenta centímetros de comprimento, que não se fez tardar para arremessar á porta já por si fragilizada com os anos que tinha.&lt;br /&gt;Aporta escancarou-se .&lt;br /&gt;O cenário era arrepiante.&lt;br /&gt;Sangue, ossos um rosto desfigurado .&lt;br /&gt;Com uma forte corrida como que para a liberdade ia Bernardo lançado através da porta .&lt;br /&gt;Parou, olhou para trás.&lt;br /&gt;A boca suja de sangue.&lt;br /&gt;Os olhos amarelos brilhavam .&lt;br /&gt;Que brilho!&lt;br /&gt;Que olhos!&lt;br /&gt;Os olhos  ternurentos  e brincalhões  de Bernardo tornaram-se nuns olhos frios, brilhantes e arrepiantes .Mas não para ele porque o Pedro após ter morrido era apenas mais uma refeição.&lt;br /&gt; VIVES SÒZINHO?&lt;br /&gt;TENS UM GATO ?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ENTÃO TEM MEDO,TEM MUITO MEDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-8458407300978366969?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/8458407300978366969/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=8458407300978366969' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/8458407300978366969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/8458407300978366969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/o-gato-de-apartamento.html' title='O Gato De Apartamento'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/RfQ2hD4E6hI/AAAAAAAAAFE/qEulukmWoLo/s72-c/Gato.gif' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-4196387648641374166</id><published>2007-03-05T21:58:00.000Z</published><updated>2007-03-05T22:58:29.304Z</updated><title type='text'>Os discos rígidos.</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/Reyff7mlIkI/AAAAAAAAAE8/FeqyZQ3GSBs/s1600-h/newbluespin.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038577454045012546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/Reyff7mlIkI/AAAAAAAAAE8/FeqyZQ3GSBs/s320/newbluespin.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tens uma máquina de filmar ou fotografar que utiliza  discos rígidos ?&lt;br /&gt;Então toma muita atenção!&lt;br /&gt;Tenho um tio que trabalha numa oficina de assistência a uma  loja multinacional  de informática.&lt;br /&gt;E ele sabe que comecei á pouco tempo a escrever neste blog, e um dia destes passou por minha casa para me relatar uma história digna de ser aqui postada .&lt;br /&gt;O mês passado o meu tio á hora de almoço, pegou no tabuleiro e foi retirando a comida lá no self-service do  refeitório da oficina, quando ao sentar-se junto a dois técnicos estava a escutar uma conversa que envolvia câmaras e maquinas de fotografar, mas da forma que a conversa estava a ser comentada parecia envolta num enorme secretismo.&lt;br /&gt;Ele perguntou qual o assunto para tanto secretismo?&lt;br /&gt;E foi então que um dos técnicos o foi colocando a par da conversa,  tratava-se do seguinte .&lt;br /&gt;Um dos técnicos ao abrir uma máquina de filmar para reparar uma pequena avaria, constatou que o disco rígido estava a rodar. Mas como poderia o disco rodar com a máquina desligada? Retirou a bateria e o disco parou de rodar. Voltou a colocar a bateria e o disco voltou a rodar mas com a máquina desligada. ou seja o disco rodava com a máquina desligada e com bateria. E parava se lhe fosse removida a bateria.&lt;br /&gt;Voltou a colocar a bateria, o disco começou a rodar novamente e foi buscar um Espectomodem  com ecrã, ligou-o a cinco metros de distancia da câmara e qual não foi o seu espanto, quando se viu a ele próprio no ecrã do Espectomodem.&lt;br /&gt;Ou seja a câmara tinha a bateria inserida mas estava desligada e a transmitir imagem.&lt;br /&gt;Agora só resta saber o seguinte como é que a câmara envia imagens, estando desligada?&lt;br /&gt;E para onde são enviadas a imagens?&lt;br /&gt; E quem as vê?&lt;br /&gt;E será que é só enviada imagem?&lt;br /&gt;E o som ?&lt;br /&gt;Tens câmara com disco rígido ?Então tapa-lhe a objectiva e retira-lhe a bateria quando estiver no descanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-4196387648641374166?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/4196387648641374166/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=4196387648641374166' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/4196387648641374166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/4196387648641374166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/os-discos-rgidos.html' title='Os discos rígidos.'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PpVQS40h-MA/Reyff7mlIkI/AAAAAAAAAE8/FeqyZQ3GSBs/s72-c/newbluespin.gif' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-1134209121352757411</id><published>2007-03-04T22:30:00.000Z</published><updated>2007-03-04T22:31:47.463Z</updated><title type='text'>Brevemente</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;W/C Pública.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-1134209121352757411?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/1134209121352757411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=1134209121352757411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/1134209121352757411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/1134209121352757411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/brevemente_04.html' title='Brevemente'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-2756758747779433266</id><published>2007-03-04T22:28:00.000Z</published><updated>2007-03-04T22:30:01.174Z</updated><title type='text'>Brevemente</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A loja dos chineses . &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-2756758747779433266?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/2756758747779433266/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=2756758747779433266' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/2756758747779433266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/2756758747779433266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/brevemente.html' title='Brevemente'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3232520100847268852.post-7345791486249280655</id><published>2007-03-01T21:59:00.001Z</published><updated>2007-03-01T23:41:05.959Z</updated><title type='text'>O roupeiro</title><content type='html'>Já alguma vez sentiu aquela sensação,de quando está a abrir o roupeiro possa sair de lá de dentro alguém.&lt;br /&gt;pois é !&lt;br /&gt;Isso já aconteceu.&lt;br /&gt;Aconteceu a uma amiga minha ,um dia destes não há muito tempo, o namorado deixou-a á porta de casa,despediram-se com um beijo daqueles que os namorados dão quando se querem&lt;br /&gt;despedir. E combinaram um posterior encontro logo após o jantar no bar da vila.&lt;br /&gt;A minha amiga abriu o portão de casa e dirigiu-se á porta principal levou a mão á&lt;br /&gt;mala e retirou do seu interior a chave de casa.&lt;br /&gt;Rodou a fechadura duas vezes abriu a porta e ao entrar em casa vislumbrou algo que de anormal se passava.&lt;br /&gt;A bolinha de pêlo o seu ternurento e agradável companheiro de todos os dias o seu bichano,não veio ao seu encontro.&lt;br /&gt;-bichaninho chamou em voz alta,&lt;br /&gt;para que a sua bolinha de pêlo viesse ao seu encontro.&lt;br /&gt;mas não surtiu nenhum feedback.&lt;br /&gt;Embora achasse toda aquela situação surreal,decidiu prosseguir a sua tarefa que seria tomar um duche,preparar o jantar e voltar a sair.&lt;br /&gt;Dirigiu-se á casa de banho,após ter se desfeito do casaco e da mala,também se descalçou passou&lt;br /&gt;os olhos pelo grande espelho e enquanto se despia foi abrindo o cortinado da banheira,abriu a torneira . E foi nesse preciso instante,que se deparou com algo mais que também não acontece todos os dias.&lt;br /&gt;Não havia água quente.&lt;br /&gt;Deu meia volta e virou á esquerda na direcção da cozinha onde se encontrava o esquentador.Não sem antes passar pela porta entreaberta do quarto de onde saiu um ruido algo sinistro. Que seria algo entre um ranger de madeira e um gemido. Gemido esse que não conseguiu identificar.&lt;br /&gt;ficou tensa .&lt;br /&gt;A respiração abrandou,&lt;br /&gt;os pêlos finos e louros dos braços crisparam-se,&lt;br /&gt;petrificou.&lt;br /&gt;Mas ficar parada á entrada da porta do quarto não era solução. Ouviu novamente o ranger de madeira e agora seguramente identificou de onde veio o ruido. entrou no quarto com os pés nús e todo o restante corpo a tremer de friu e de calor simultaneamente.&lt;br /&gt;Chamou pelo gato mas sem obter o mais pequeno ruído.&lt;br /&gt;Avançou devagar quarto dentro,com fraca luminusidade jamais iria destinguir o que quer que fosse que teria provocado tal barulho. Acendeu uma vela aromática,visto a luz do tecto ter rebentado segundos antes ao ligar o interruptor,e ainda faltava transpôr o armário da roupa e a cama até chegar á janela fechada.&lt;br /&gt;E foi nesse momento ao passar pelo roupeiro que teve a certesa em absoluto que o ruído saíra lá de dentro. abriu a porta.&lt;br /&gt;E foi então, dentro da sua casa,do seu quarto,do seu roupeiro que viu a imagem mais tenebrosa.&lt;br /&gt;o seu gato,a sua bolinha de pêlo dentro do armário ensaguentado quase mal respirava pendurado de cabeça para baixo,pêlo oriçado e molhado de sangue. O rabo esse bem apertado por uma mão humana,um ser despresivel nojento,alto,cabelo preto,sujo,enliado,óleoso cara suja dentes podres com uma expressão que transmitia agressão,medo,terror.&lt;br /&gt;Ela gritou,recuou voltou a gritar,caíu de costas em cima da cama e gritou como se não houvesse amanhã. Mas em vão,o homem ou lá o que seria com aquele aspecto,saiu com um salto do roupeiro passou por cima dela,agarrou o seu rosto com as enormes mão besuntadas de sujidade.&lt;br /&gt;E lançou-lhe um olhar de ameaça,terror e medo.&lt;br /&gt;Nisto deu um salto para trás,desiquilibrou-se caíu,levantou-se e fugiu pela porta do quarto e porteriormente pela da rua.&lt;br /&gt;Até hoje ninguém sabe explicar como essa criatura entrou lá em casa.&lt;br /&gt;Ficou a saber que,ao abrir o roupeiro ,tenha medo tenha muito medo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3232520100847268852-7345791486249280655?l=novos-mitos-urbanos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/feeds/7345791486249280655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3232520100847268852&amp;postID=7345791486249280655' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/7345791486249280655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3232520100847268852/posts/default/7345791486249280655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novos-mitos-urbanos.blogspot.com/2007/03/o-roupeiro_01.html' title='O roupeiro'/><author><name>Henriqueseis</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00461877047689328750</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
