quinta-feira, 1 de março de 2007

O roupeiro

Já alguma vez sentiu aquela sensação,de quando está a abrir o roupeiro possa sair de lá de dentro alguém.
pois é !
Isso já aconteceu.
Aconteceu a uma amiga minha ,um dia destes não há muito tempo, o namorado deixou-a á porta de casa,despediram-se com um beijo daqueles que os namorados dão quando se querem
despedir. E combinaram um posterior encontro logo após o jantar no bar da vila.
A minha amiga abriu o portão de casa e dirigiu-se á porta principal levou a mão á
mala e retirou do seu interior a chave de casa.
Rodou a fechadura duas vezes abriu a porta e ao entrar em casa vislumbrou algo que de anormal se passava.
A bolinha de pêlo o seu ternurento e agradável companheiro de todos os dias o seu bichano,não veio ao seu encontro.
-bichaninho chamou em voz alta,
para que a sua bolinha de pêlo viesse ao seu encontro.
mas não surtiu nenhum feedback.
Embora achasse toda aquela situação surreal,decidiu prosseguir a sua tarefa que seria tomar um duche,preparar o jantar e voltar a sair.
Dirigiu-se á casa de banho,após ter se desfeito do casaco e da mala,também se descalçou passou
os olhos pelo grande espelho e enquanto se despia foi abrindo o cortinado da banheira,abriu a torneira . E foi nesse preciso instante,que se deparou com algo mais que também não acontece todos os dias.
Não havia água quente.
Deu meia volta e virou á esquerda na direcção da cozinha onde se encontrava o esquentador.Não sem antes passar pela porta entreaberta do quarto de onde saiu um ruido algo sinistro. Que seria algo entre um ranger de madeira e um gemido. Gemido esse que não conseguiu identificar.
ficou tensa .
A respiração abrandou,
os pêlos finos e louros dos braços crisparam-se,
petrificou.
Mas ficar parada á entrada da porta do quarto não era solução. Ouviu novamente o ranger de madeira e agora seguramente identificou de onde veio o ruido. entrou no quarto com os pés nús e todo o restante corpo a tremer de friu e de calor simultaneamente.
Chamou pelo gato mas sem obter o mais pequeno ruído.
Avançou devagar quarto dentro,com fraca luminusidade jamais iria destinguir o que quer que fosse que teria provocado tal barulho. Acendeu uma vela aromática,visto a luz do tecto ter rebentado segundos antes ao ligar o interruptor,e ainda faltava transpôr o armário da roupa e a cama até chegar á janela fechada.
E foi nesse momento ao passar pelo roupeiro que teve a certesa em absoluto que o ruído saíra lá de dentro. abriu a porta.
E foi então, dentro da sua casa,do seu quarto,do seu roupeiro que viu a imagem mais tenebrosa.
o seu gato,a sua bolinha de pêlo dentro do armário ensaguentado quase mal respirava pendurado de cabeça para baixo,pêlo oriçado e molhado de sangue. O rabo esse bem apertado por uma mão humana,um ser despresivel nojento,alto,cabelo preto,sujo,enliado,óleoso cara suja dentes podres com uma expressão que transmitia agressão,medo,terror.
Ela gritou,recuou voltou a gritar,caíu de costas em cima da cama e gritou como se não houvesse amanhã. Mas em vão,o homem ou lá o que seria com aquele aspecto,saiu com um salto do roupeiro passou por cima dela,agarrou o seu rosto com as enormes mão besuntadas de sujidade.
E lançou-lhe um olhar de ameaça,terror e medo.
Nisto deu um salto para trás,desiquilibrou-se caíu,levantou-se e fugiu pela porta do quarto e porteriormente pela da rua.
Até hoje ninguém sabe explicar como essa criatura entrou lá em casa.
Ficou a saber que,ao abrir o roupeiro ,tenha medo tenha muito medo.

5 comentários:

Anónimo disse...

SERÁ POSSIVEL ACONTECEREM TANTOS DESASTRE AO MESMO TEMPO?

henriqueseis disse...

pelos vistos...

Anónimo disse...

bugh

Anónimo disse...

ate ta fixe o mito e o final e msm fixe lol tenha medo tenha mt medoooooo lol!!

Anónimo disse...

o pah... tipo miuda/o.. kredu!!! assustei m buedas... =P tipu a historia ate podia tar fixe.. (mas n ta)e esse portugues... muida/o.. fogu.. nunca vi ninguem escrever tao mal.. e a "certesa" matou m =P bjus e tnhu 1 premiu a entregar: MELHOR (DOS PIORES) MITO DE SEMPRE. fica