quinta-feira, 15 de março de 2007

O Sopro

O sopro
Dormes bem ?
Por vezes acordas de noite e não sabes porquê ?
Existem rumores dum sopro que nos acorda de noite.
Aconteceu há algum tempo ao Hugo, um estudante universitário.
Nessa noite como em tantas outras, Hugo estivera com os amigos num bar a divertir-se e a pôr a conversa em dia. Hugo apenas bebeu água visto não poder ingerir bebidas alcoólicas devido aos medicamentos que o medico lhe prescrevera dias antes por causa da dor no joelho. Essa noite estava peculiarmente fria. Hugo vestiu o casaco ao sair do bar para entrar no carro do Vítor, que era um colega seu e também a sua boleia para casa. Após longa viagem, pararam á porta da residência de Hugo . Hugo saiu do carro de Vítor e dirigiu-se á porta de sua casa.
Voltara a esquecer-se das chaves!
Tocou á campainha, o pai aproximou-se da janela do primeiro andar da moradia, olhou e viu Hugo junto á porta principal. Voltou a fechar a janela e desceu ao rés do chão para abrir a porta a filho. Ambos subiram para os quartos, Hugo despediu-se do pai com um beijo de até amanha. Meia noite e dez indicava o relógio de parede que havia ganho numa rifa da quermesse das festas de verão . Essa seria também a hora ideal para ir dormir e descansar cerca de oito horas. Que são as horas que um corpo adulto necessita para recuperar todas as energias . Vestiu o pijama azul com ursinhos amarelos e aninhou-se dentro dos lençóis de flanela quentinhos . Apagou a luz e fechou os olhos . Não tardou dez minutos para adormecer.
Mas algo se passava porque Hugo mesmo a dormir não sossegou, já se havia virado três vezes. Acordou repentinamente levantou o tronco acendeu a luz e apoiou-se com as mãos no colchão . Nunca antes lhe havia acontecido tal coisa. Um sopro, foi um sopro frio , rápido e gelado que sentiu bem forte na pele da sua cara. Não foi um sonho porque a cara estava fria e a pele pálida Hugo escorria suores frios . Que situação nunca antes sentiu medo, medo a sério ,um tremor fininho já se alojara nas suas costas ficou paralisado olhou em volta e nada viu. A janela estava fechada. Não havia nenhum sistema de ventilação no quarto. Mas foi um sopro, disso não restavam dúvidas.
Que força anormal foi aquela que lhe soprou no rosto? O que é mais arrepiante é que nessa mesma noite houve relatos de mais quatro pessoas sem nada em comum que sentiram a mesma sensação.
Dormes sozinho?
Tenta não acordar durante a noite, porque o que quer que seja que te sopre na cara antes de acenderes a luz, pode não te deixar vivo para contar a história.
NO ESCURO TEM MEDO, TEM MUITO MEDO.

13 comentários:

Foxylady disse...

Que medo...Ó mãeeeeeeeeee

WolfHeart disse...

Buuuuuuu!!!!!!


Be afraid!

Be very afraid...

Já te agarrei ao Necrofagismo Macrobiotico Existencialismo

Abraço

Henriqueseis disse...

A ideia não é criar medo ao leitor,mas sim desmistificar os mitos urbanos e envolver o leitor numa agradavel e intrigante leitura.

Henriqueseis disse...

Coração de lobo tks por teres linkado este blog,no teu. ajudem a publicitar este blog ,que está agora a dar os primeiros passos. obrigado aos meus leitores.

SA disse...

uma história interessante, :)

linfoma_a-escrota disse...

O MEDO

Quando a luz pálida das lâmpadas se torna azulada,
Quando para onde quer que olhes a porta está fechada,
Quando a nossa própria sombra sente que é mal tratada,
Quando os comprimidos são móbil de solução dissipada,
Quando o sangue do lençol mancha o sofá dos pais,
Quando a dona aristocrática deixou em casa os sais,
Quando o primogénito tem uma almofada amarrotada na sua boca,
Quando os tronituantes faróis vociferam por um pouco de sopa,
Quando as indignadas rosas apodrecem humilhadas num elevador,
Quando contemplas os extremos pelo maníaco e notívago calor,
Quando a herética notícia é recebida com murcha indignidade,
Quando escondido em vácuo atroz se solta a impaciente ferocidade.

Sentes um arrepio na base da nuca?
Sentes a atracção repulsiva dos beijos duma puta?
Sentes a azia de vidros estilhaçados na garganta?
Sentes a ira contra o poder e a glória que não adianta?
Sentes o frio no intestino duma navalha?
Sentes o sucedâneo pouco original duma mortalha?

Não tenhas medo
És apenas tu mesmo ou
Os eus que estão dentro de ti!
(sem esperança não há medo)

2001
in S&M
sem-nome e mal-dito


WWW.MOTORATASDEMARTE.BLOGSPOT.COM

WWW.VIDEODROMA.BLOGSPOT.COM

Henriqueseis disse...

~Lindos poemas.quem é o autor?
Ou é de quem o postou?

BIGMAC disse...

7 when?

Herbívora disse...

Por acaso é só o fundo q é igual, mas eu tb já tive um blog de Lendas urbanas, mas o teu é definitivamente melhor...
bjoOs fica bem...uHhuuhHH

xico disse...

Boas, sopros ja tive mas foi porque a parede tava partida e fazia corrente de ar....

Durante a noite ja ouvi barulhos acendi a luz e tive o maior susto da minha vida...
Na minha mesinha de cabeceira estava.... um rato.... sim um rato..
A partir desse dia nunca mais comi rebucados a noite....
O rato estava a comer o papel dos rebi;ados....

Henriqueseis disse...

Boa xico,dessa eu nunca me teria lembrado.

Anónimo disse...

"NO ESCURO TEM MEDO, TEM MUITO MEDO."
E pah que merda foi esta meu?
Hahahaha!!!
Ganda medo.. eu vim aqui pa ler alguma cena d jeitu manu, tu meu deus.. como publicas estes cocos?
Chavalu vai durmir.. U teu mal e sono..
PS: Tu em vez de assustares das liçoes d sono.. "deve se dormir 8 horas.." DAH =P
Fui.. Cura te

Unknown disse...

Isso aconteceu comigo eu estava assistindo tv ai eu fui dormi primeiro tomei um banho é depois me vistir é me deitei na cama como eu durmo no quarto só e tbm ñ tem janela ñ tinha como ser uma pessoa é nem o vento da rua então eu sempre gosto de dormi na ponta da cama com a metade da cara pra fora da cama eu feixei meus olhos demorou pouco uma coisa asoprou minha cara um vento frio ai eu estava acordada com os olhos feixados mais eu sentir o sopro até quando parou eu abri meus olhos e ñ tinha nada volte a feixa e novamente o sopro frio na minha cara só parou quando rapidamente eu me levantei peguei o meu lensou eu fui pro quarto da mãe é parou eu ñ estava dormi eu sentir o sopro só pq ñ tinha coragem de abri meus olhos